KRAFTWERK - RUCK ZUCK (1970)

TEXAS INSTRUMENTS (1981)


Curioso como algo que tinha uma função tão utilitária acabou por se tornar um símbolo de uma época e de modernidade. Aqui podem ter acesso a mais modelos. Esta ainda funciona com a pilha original e está com uma colega da CCDR-N.
Quando a vi o meu cérebro começou a debitar "I'm the operator, with my pocket calculator." - "Pocket Calculator", Kraftwerk, Computer World (1981). 

ALMADA NEGREIROS

Almada é símbolo de modernidade e portugalidade. É único pela arte que criou e inspirou, na década de oitenta, uma banda que ficaria, por breves instantes, conhecida por essas mesmas características.

IGGY POP - GARDENIA

Pensei, inocentemente, que não voltaria a ouvir uma canção do Iggy Pop merecedora dos seus hinos nos Stooges ou dos maravilhosos pedaços decadentes que produziu, entre outros, no American Caesar. Enganei me. No ano passado paralisei com o novo disco dele e, em particular, com a Gardênia. Não confundir com a Gardênia do meu album favorito dos Kyuss, Welcome to Sky Valley e também composta pelo Josh Homme. Será está a flor favorita do líder dos QOSTA? Um coisa é certa, ambas as músicas têm em comum o prazer, um desejos escondido e o sonho. 

SHEPARD FAIREY

Angela Davis no “The Meaning of Freedom” de Shepard Fairey com banda sonora preferencial dos Fugees, Michael Franti ou Arrested Development.

JIRO TANIGUCHI

Só por uma vez na minha vida é que um livro de banda desenhada levou me as lagrimas. A Terra dos Sonhos de Jiro Taniguchi. Está exposto na minha sala como um dos grandes exemplos de BD mas nunca mais tive a coragem de o ler. Faleceu no sábado aos 69 anos este ex empregado de escritório que, de repente, decidiu abraçar a nobre arte da ilustração.


DICK THE VOTE


Esta foi uma das melhores series de comédia que vi nas últimas décadas. A forma como o humor toca em assuntos tão importantes como a discriminação racial ou de género é, neste clip, sintomática das deficiências do ser humano. Estando a batalha eleitoral ao rubro nos Estados Unidos da América e com a celebração do Dia Internacional da Mulher, é essencial perceber a dimensão da nossa ignorância através dos olhos de um extraterrestre.



O NOME DA ROSA - UMBERTO ECO


Humberto Eco foi um dos grandes génios do nosso tempo com uma capacidade de cruzar conhecimentos. É dele um dos argumentos que marcou a minha adolescência e que, ciclicamente, retorno para sentir o pulsar da trama aristotélica ou do prazer proibido que, naquele caso, era a comédia. Um conhecedor profundo dos tempos medievais recordo que, há muitos anos, li que ele considerava-se como um filosofo e que, enquanto romancista, só escrevia, e de vez em quando, aos fins de semanas. Mas como a vida é repleta de ironias e o humor na obra de Eco tinha um espaço próprio, em 1969, escreveu ele numa das primeiras edições da Mafalda do Quino: "Já que os nossos filhos se vão tornar - por escolha nossa - outras tantas Mafaldas, será prudente tratarmos a Mafalda com o respeito que merece uma personagem real."

Os Dias de Raiva - Essa Coisa Tão Tua.



Quando Parece que Vai Chover nada melhor que pegar nos Dias de Raiva. Este disco, de 2011, traz-nos para Essa Coisa que nos leva a querer partir tudo à nossa volta e ouvi-la em Loop até decorar a letra:
Segundo e terceiro poema para o anjo que quando tropeçou descobriu ter sexo;
Essa  coisa tão tua de aparecer do nada sem quase nunca te fazeres anunciar;
Numa atitude de falta modéstia que só engana quem não te conhece;
Esse vestido tão apertado deixa ver o peito que fala uma língua própria;
Uma língua distinta do resto do corpo, do resto do mundo, de tal maneira que toda a gente fica sem palavra.
Sem resposta, sem ação, sem algo que sirva de moeda de troca;
Essa coisa de seres perfeita, sem para isso fazeres um esforço aparente; 
Essa tua influência de simplesmente ser brilhante, chateia-me a brava;
Desliza vertical no meio do horizontal que é tudo o resto que para alem de ti nada é ou poderá vir a ser
Quero morder a tua face;
Quer trincar a tua coxa;
Quero foder-te; 
Com a ternura que só existe com a força bruta;
A ser a minha puta !

XFM

Há muitos anos escrevi um artigo que foi publicado no Jornal de Notícias sobre a XFM na coluna de opinião do leitor mas desconheço a data em que tal aconteceu. Adorava a XFM, a Voxx e tenho saudades daqueles tempos de puto ideologicamente descomprometido e audaz.

Ratos de porão - Sentir ódio e nada mais


Este é o momento certo da loucura que se esvai 
Voltar a realidade e vencer sem olhar para traz 
A inveja e a falsidade nunca mais te atingirão 
Todos seus inimigos sua vingança sentirão 
E assim sentir... ódio e nada mais 
Viver feliz é ilusão e nada mais 
Cercado de canalhas não pode raciocinar 
Ficar desesperado também não vai adiantar 
O ódio lhe domina embrutece o coração 
Você esta preparado para enfrentar a solidão e Assim sentir ...

Sensible Soccers


8 (2014) - https://youtu.be/DroXiB90H5I 

Robert W. Chambers

Sai de Baixo

O serão em família vai ter direito a um episódio da brilhante comédia Sai de Baixo. Tio Vava, Caco Antibes, Magda, Ribamar, Edileuza, Neide Aparecida Rules !

NADJA



Depois de ganhar um prémio no Festival de BD da Amadora em 2014, este ano, Nunsky apresenta Nadja - Ninfeta Virgem do Inferno. Para fans de Hair Metal Bands e dos excessos dos 80 com o selo Chilli com Carne.

MIX TAPE 70

Mixtape com 5 músicas de eleição dos anos 70 que devem andar no carro
Creedence Clearwater Revival - Run Through the Jungle (1970);
Black Sabbath - Children of the Grave (1971);
Mutantes – Jardim Eléctrico (1971);
Stooges – Raw Power (1973);
Joy Division - She's Lost Control (1979).

Clan in Da Front- Wu Tang Clan



Clan in da front, let your feet stomp
Niggaz on the left, brag shit to death
Now hoods on the right, wild for the night
Punks in the back, c'mon and attract to...