R.I.P. MICHAEL JACKSON

O "Wacko Jacko" morreu! Fiquei triste.
O Carlos enviou uma SMS, passava pouco das 23h, a dizer que os "Seventies" estavam mais pobres com a morte do Michael Jackson e da Farrah Fawcett.
Ninguém esperava uma morte tão repentina. Logo agora que ele preparava uma derradeira tournee. Sou sincero, sempre critiquei quem pagou 75 Euros para ir ver os Rolling Stones nas Antas ou a Madonna a Lisboa. Mas, e pela primeira vez na minha vida, tinha pensado em desembolsar uma boa maquia de dinheiro para tentar ver um concerto dele.
Gosto muito do "Off the Wall", do "Thriller" e de alguns álbuns dos "Jackson Five".
Lembro, vividamente, quando estava no colégio, numa altura em que os meus amigos e eu ouviamos, maioritariamente, Punk, Metal, Grunge, etc, andava com uma K7 com o "Off the Wall". Andava apaixonado! A música "I can´t help it" ainda hoje, tal como naquela altura, dá me pele de Galinha.
Um dos primeiros Post que fiz neste Blog foi precisamente com essa música e que aqui vou repetir.
A importância do Michael Jackson é notória e invulgar.
Hoje de manha, toda a "media", nacional e internacional, fazia referência ao assunto. Enquanto as televisões internacionais como a "Sky News", "CNN" ou "Deutsche Welle", faziam directos de L.A., vinha pelo caminho, a ouvir Radio.
Ouvi o Jaime Fernandes, na Antena 1, a TSF a passar um Medley de músicas, a Antena 3 a bombar com o "Beat It" e a Rádio Nova com o "Billie Jean" (acredito que se existir uma versão em fado de uma qualquer música do Michael, hoje, a Rádio Festival abre com a mesma!).
Existem diversas curiosidades sobre ele,a maior parte delas irrelevantes quando se fala do seu legado musical. Mas há duas que guardo com especial reverência: (i) tinha 24 anos de idade quando gravou o "Trilher", em 1982, e (ii) o "Trilher" é o álbum mais vendido, e conhecido, de sempre.
Descansa MJ.

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