LOJAS DA VALENTIM DE CARVALHO EM RISCO DE ENCERRAR

Enfim ...
Sinais dos tempos ...
Independentemente do destino da empresa, das lojas e dos seus trabalhadores, pergunto, terá esta decisão algum impacto no acervo discográfico de uma das mais antigas editoras discográficas do país ? Não seria altura do estado português adquirir essa parte da história cultura portuguesa, como fez com a Colecção Berardo ou, como à Câmara de Lisboa pretendia fazer, à colecção de Bruce Mastin(cujo desfecho desconheço)?
"As lojas da Valentim de Carvalho poderão encerrar se a assembleia-geral de credores a realizar esta segunda-feira declarar a insolvência da empresa, pedida ao Tribunal de Comércio de Lisboa a 22 de Abril último, noticia o jornal Diário Económico, refere a Lusa. Segundo a mesma fonte, a loja deve mais de um milhão de discos a credores. As lojas da Valentim de Carvalho poderão encerrar se a assembleia-geral de credores a realizar esta segunda-feira declarar a insolvência da empresa, pedida ao Tribunal de Comércio de Lisboa a 22 de Abril último, noticia o jornal Diário Económico, refere a Lusa. Segundo a mesma fonte, a loja de discos deve mais de um milhão de euros a credores, foi alvo de 34 acções judiciais por parte de fornecedores nos últimos cinco anos. Recorde-se que em 2002, o grupo JRP, ex-dono da Oficina do Livro, que actualmente é detida pelo grupo LeYa, adquiriu 60 por cento das lojas Valentim de Carvalho (VC) , por três milhões de euros. Na altura, a área da distribuição tinha 22 lojas e já tinha recebido da casa-mãe duas injecções de capital. Desde 2001 que a empresa tentava uma aliança estratégica, nomeadamente após os problemas com credores, sobretudo com multinacionais como a Universal e a BMG.Em 2007. "

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