CHUNKLET - A BIBLIA DO ROCK - CANÇÃO DOS PRATOS E DAS BAQUETAS

CANÇÃO DOS PRATOS
O baterista não deve ter mais pratos do que membros do corpo.
Nada de pratos que não sejam redondos. Isto não é uma aula de geometria.
As peças devem ser prateadas ou cromadas. Douradas ou qualquer tipo de cor primária é parolo.
Espanta - Espíritos não são tolerados. A não ser que sejam tocados no jardim das traseiras e quando houver vento.
Se planeias ter o teu prato de choques aberto, e a vibrar a todo o tempo, então prepara-te para não ouvires a música que esta a tocar e espera ficar surdo.
Os pratos de 10¨¨ só servem para cinzeiros.
Nunca uses um prato de porcelana, tamborim ou um “vibraslap”. Uma qualquer variedade de chocalho de vaca revela à audiência a tua inabilidade como baterista.
Nunca digas que os teus pratos fazem “pish”.
Nunca deves poupar dinheiro para comprar pratos. Procura reduzir o número dos que já tens.
CaNÇÃO DAS BAQUETAS
Um baterista que sabe tocar a pedido é um baterista para ter no estúdio.
Bateristas devem saber tocar bateria antes de aprender a girar as baquetas.
A batida de “Grind-Core” é: da-da-da-da-da-da-da-da. A batida de “Trash” é: ta-da-ta-da-ta-da-ta-da. Aprende de uma vez.
Nunca uses o termo bater em falso (ghost stroking) quando referes a tua forma de tocar bateria. Caso contrário vão pensar que estavas a masturbar um fantasma (beating off a ghost).
Nada de rolar as baquetas no chão da loja de música para aferir da sua consistência.

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