BIKINI KILL PARTE 1

Os próximos posts tiveram como base um trabalho apresentado no âmbito do  curso em Igualdade do Gênero que frequentei no Instituto de Gestão e Administração Pública no Porto. Espero que seja do vosso agrado. Reduzir a vida de alguém a uma página A4 é difícil. Torna-se mais complicado se não soubermos sobre quem escrever. Queria que fosse sobre uma mulher ligada à música Rock mas que não fosse viúva… Já ajudou… Afastou a Yoko Ono e a Courtney Love !  È um facto que o Rock é dominado pelo Macho (Desconheço a razão pela qual o Zeze Camarinha ainda não compôs uma balada!). Especialmente quando falamos de Punk, Metal ou Hard Rock, mulheres com guitarras sempre foram pouco vistas. Havia a Wanda Jackson, Joni Mitchell, Karen Carpenter, bandas como Heart, Fleetwood Mac ou Jefferson Airplane. Mas, ficava a ideia de que eram uma novidade ou algo a não ser levado muito a serio. Mesmo quando tocavam Hard Rock (Girlschool ou Suzi Quatro) estavam dentro do universo criativo masculino. O seu papel deveria ser de groupies, fans, modelos ou compositoras. Neste sentido, traduzo um extracto, hilariante, de Seb Hunter, em “HellBent for Leahter - Confessions of a Heavy Metal Addict”: “Porque é que isto acontece? Na realidade é música de homens. È de tal forma masculino que não há espaço para mulheres. É genético. É caso de: “Onde é que vos posso colocar? Hum… Desculpem meus amores mas não há espaço aqui... Agora, sejam Queridas e vão buscar uns hambúrguer, rapidinho…”. 

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