Sentinela - Mistério da Aldeia dos Pescadores

Conto de Orlando Moreira, in Pulp Fiction Portuguesa, edições Saída de Emergência, página 158: "Álvaro divisou um vulto imenso, vagamente antropomórfico, a destacar-se das águas no negrume da noite, e a cavalgar as ondas como um Neptuno blasfemo, uma coisa gigantesca, incomportável, impossível. Era aquela monstruosa divindade cujo sangue impuro e imortal corria insuspeito nas veias dos ínscios habitantes de Vila do Lameiro... Dagon, pai dos Profundos !"


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