Esopo - Velásquez

Na década de noventa, numa visita ao Museu do Prado, fiquei fascinado por um retrato de Esopo criado por Velásquez (1639/40). A simplicidade do quadro lembrou me a verdade pura das fábulas e contos daquele grego que tem uma actualidade mordaz no actual panorama político. Como pretende o PCP fazer letra morta do seu ADN: saída do euro, renegociação da divida e fim tratado orçamental? E o BE ? Intervir na segurança social, pensões e o Código de Trabalho deixaram de ser temas? É bom que alguém lembre ao PS a fábula do Sapo e do Escorpião. Ou será que, tal como os Monster Magnet, em delírio psicadélico e fascinados pela possibilidade de poder, vão beijar o Escorpião.

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