No próximo dia 13.10 é apresentado o primeiro longa duração dos 800 Gondomar. Boa! + Info: aqui
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Grito Final - Cadáver Esquisito
“…Grito Final, uma voz, uma palavra, muito mais que um berro, um grito já que o silêncio é rei nesta terra de surdos-mudos.”. Fanzine “Cadáver Esquisito”, Janeiro/Feveiro de 1986.
CULTO URBANO (1988)
No meio das investigações sobre os Grito Final encontrei uma pérola vinda de Gondomar. A Culto Urbano foi uma fanzine editada em 1988 pela "Morte do Artista" que só terá tido uma edição.
GRITO FINAL - HISTÓRIA
1985 - Durante este ano os Grito Final continuam com concertos na Teia e tocam com os Mata – Ratos, Ku de Judas, Crise Total, Jovem Guarda e Linha Geral. Com vontade de sair da capital, em 5 de Março, no “Blitz”, espaço “Trocas/Vendas”, aparece o seguinte anúncio “Somos os Grito Final (punk rock) e gostaríamos de tocar no Porto, Coimbra e Braga. Tocamos em todos os lugares em beneficio de quem não tenha salários e/ou outros casos. Contactar: Caze – Travessa da boa Hora à Ajuda…”. Em Julho, conseguem tocar na Agitarte 85, em Aveiro, no Parque Exposições e Feiras de Aveiro, organizado pelo Grupo de Apoio a Cultura Subterrânea, num dia dedicado ao punk onde partilham o palco com a mítica banda de Aveiro Cagalhões, (banda da qual fez parte um jovem Óscar, integrante dos Renegados de Boliqueime, Cães Vadios, Speedtrack, Motornoise, entre muitos outros), com os Bastardos do Cardeal, de Viseu, (colegas da Divergência, e que, quase uma década depois, iriam originar os Major Alvega e os Lucretia Divina). Durante esse ano vão ainda tocar no Teatro Sousa Bastos em Coimbra. Chegam a estar inscritos para o 2.º Concurso de música moderna do Rock Rendez – Vous mas não são seleccionados. Nessa edição os Ena Pá 2000 foram considerados pelos organizadores como "Agrupamentos cujos projectos o Rock Rendez-Vous considera promessas interessantes” e na qual um Pop Dell´ Arte ganham o prémio da Originalidade. Fotos aqui, cortesia de Alexandre Tudela.
1986 - Foi o ano da implantação do CD em Portugal, da despedida dos Crise Total, num concerto com os Bastardos do Cardeal, no Rock Rendez Vous, e será o ano da revelação dos Mão Morta. Pouco consegui descobrir sobre os Grito Final nesse ano salvo a gravação de um ensaio , com um som relativamente fraco e que se junta a escassa discografia da banda composta por dois temas lançados na colectânea Divergências. Tanto quanto soube existe por parte da “Zerworks” a vontade de editar uma das músicas dos Grito Final no II Volume da Raridades e que já deveria ter sido lançada em Julho de 2009. Esse 7”” teria temas dos Ku de Judas e dos Condenação Pacífica. Aguardamos…
1986 - Foi o ano da implantação do CD em Portugal, da despedida dos Crise Total, num concerto com os Bastardos do Cardeal, no Rock Rendez Vous, e será o ano da revelação dos Mão Morta. Pouco consegui descobrir sobre os Grito Final nesse ano salvo a gravação de um ensaio , com um som relativamente fraco e que se junta a escassa discografia da banda composta por dois temas lançados na colectânea Divergências. Tanto quanto soube existe por parte da “Zerworks” a vontade de editar uma das músicas dos Grito Final no II Volume da Raridades e que já deveria ter sido lançada em Julho de 2009. Esse 7”” teria temas dos Ku de Judas e dos Condenação Pacífica. Aguardamos…
GRITO FINAL - HISTÓRIA
1983 - Os Grito Final nasceram no Bairro da Ajuda construído durante o antigo regime e que seguia uma linha de integração das camadas mais baixas da população. A classe operária, que neles habitava, era oriunda de meios rurais pelo que a vivência nesse bairro reproduzia, numa grande cidade, a vivência de uma aldeia e criou, nos seus habitantes, uma sensação de pertença e entreajuda. Foi este o ambiente que criou diversas bandas, durante a segunda vaga Punk nacional, entre elas os Grito Final. O seu primeiro concerto terá sido, em Setembro, na Escola Secundária Ferreira Borges.
1984 - Começam com um concerto na Teia durante o mês de Janeiro. Mas, logo de seguida, sofrem diversas baixas e, com um guitarrista convidado, em 28 de Julho, novamente na Teia, actuam no primeiro festival Punk português. O único elemento da formação original era Cazé (Baixo) e, em Setembro, a formação fica estabilizada com os seguintes membros: Alexandre (bateria), vindo da anterior banda de Cazé, Vitimas da Sociedade; João (guitarra - substitui Jorge Nunes que foi um dos membros originais dos Condenação Pacifica), e Luís Human (voz). É com esta formação que, em Dezembro desse ano, actuam, novamente no Teia, com os Furia Tribal e Napal Climax. Nasceu o Blitz. As rádios tinham uma importância fundamental na divulgação da música. Lá fora vivem os Bauhaus, Smiths, Cure, por cá já se fala sobre Breakdance, do primeiro campeonato nacional de discjockeys, dos UHF e Rádio Macau. O saudoso António Sérgio divulga os Gun Club, Joy Division e Motorhead. No Porto, as produções Novo Fogo e Arte organizam concertos com os Sétima Legião, GNR, entre outros. Era nesse ambiente que bandas como os Grito Final, Crise Total, Ku de Judas e os Cães, a Morte e o Desejo tentavam manter a chama de 76.
BIKINI KILL PARTE 3
Pegar num instrumento e tocar é algo transversal a rapazes e raparigas. Colocar uma mensagem política num pedaço de som é comum a ambos os sexos. Ter vontade de transmitir algo não é particular a nenhum deles. Então o que distingue Kathleen Hanna? O facto de produzir arte através de diversos suportes como música (Le Tigre), pintura, escrita (colaborou no argumento do boys don’t cry) e performance. Estar envolvida em numerosas actividades ligadas a defesa dos Direitos das Mulheres, Minorias e Direitos Humanos. Representar, na década de Noventa, o ponto de encontro entre o universo Punk e os Movimentos Feministas… O Riot Grrrl Punk. Este movimento criou fanzines, festivais, bandas e tinha como principal objectivo informar, e lutar, sobre os Direitos das Mulheres. Para mim, a sua principal conquista, foi demonstrar que o Punk pode ser interpretado por mulheres com o seu universo próprio, sensibilidade, sem deixar de ser interventivo e importante.
Rebel Girl, Rebel Girl, Rebel Girl… You are the Queen of my World”. Bikini Girl, New Radio/Rebel Girl, Single, editado pela Kill Rock Stars, 1993.
BIKINI KILL PARTE 2
Comecei a ver, dentro da minha colecção de discos e Mp3, qual o grau de presença de mulheres e quais ouvia. Diversos nomes apareceram: Consolidated, Kim Gordon, Kim Deal, L7, Nico, Lunachicks, Babes in Toyland, Consolidated, Slits, Sachiko e Yoshiko Fujiyama, Siouxie, Nina Hagen, Raincoats, Polly Jean Harvey ou Peaches… Isto não ajuda…Comecei a pensar em mulheres portuguesas, Joana Longboardi com as Voodoo Dolls e Mão Morta, Xana, com um primeiro álbum a solo brilhante, ou Suspira Franklin com as Everground e Les Baton Rouge. Enquanto esta análise decorria, curiosamente, uma música de fundo ouvia-se no meu cérebro… A bateria sincopada, guitarra rasgada e uma voz estridente a gritar “Rebel Girl”… Claro… Mas como é que não lembrei…Kathleen Hanna, Bikini Kill e o Riot Grrrl Punk. Um dos principais argumentos do Punk era o do it yourself. Não era preciso muito dinheiro ou talento. Qualquer pessoa podia pegar em instrumentos e tocar. Milhares de jovens abraçaram este universo. Kathleen Hanna foi um deles. Convidada para fazer a banda sonora de um projecto cinematográfico mentiu e disse que sabia tocar guitarra. Dado que lhe tinha sido entregue o trabalho, e precisava do dinheiro, fechou-se num quarto a tentar afinar uma viola acústica durante uma hora. Após o ter conseguido desatou a chorar convulsivamente.
BIKINI KILL PARTE 1
Os próximos posts tiveram como base um trabalho apresentado no âmbito do curso em Igualdade do Gênero que frequentei no Instituto de Gestão e Administração Pública no Porto. Espero que seja do vosso agrado. Reduzir a vida de alguém a uma página A4 é difícil. Torna-se mais complicado se não soubermos sobre quem escrever. Queria que fosse sobre uma mulher ligada à música Rock mas que não fosse viúva… Já ajudou… Afastou a Yoko Ono e a Courtney Love ! È um facto que o Rock é dominado pelo Macho (Desconheço a razão pela qual o Zeze Camarinha ainda não compôs uma balada!). Especialmente quando falamos de Punk, Metal ou Hard Rock, mulheres com guitarras sempre foram pouco vistas. Havia a Wanda Jackson, Joni Mitchell, Karen Carpenter, bandas como Heart, Fleetwood Mac ou Jefferson Airplane. Mas, ficava a ideia de que eram uma novidade ou algo a não ser levado muito a serio. Mesmo quando tocavam Hard Rock (Girlschool ou Suzi Quatro) estavam dentro do universo criativo masculino. O seu papel deveria ser de groupies, fans, modelos ou compositoras. Neste sentido, traduzo um extracto, hilariante, de Seb Hunter, em “HellBent for Leahter - Confessions of a Heavy Metal Addict”: “Porque é que isto acontece? Na realidade é música de homens. È de tal forma masculino que não há espaço para mulheres. É genético. É caso de: “Onde é que vos posso colocar? Hum… Desculpem meus amores mas não há espaço aqui... Agora, sejam Queridas e vão buscar uns hambúrguer, rapidinho…”.
GRITO FINAL
“E depois do holocausto… O Grito Final!”
“Porque escrever sobre os Grito Final?
Esta foi a pergunta que alguns amigos fizeram. Afinal, não são mais do que uma banda Punk dos anos oitenta que deixaram duas músicas gravadas na colectânea da Ama Romanta, Divergências, e um ensaio, sobre a forma de Demo tape, no distante ano de 1986.
Não pretendo fazer uma investigação profunda sobre o fenómeno Punk em Portugal, nem um laudo aos Grito Final como a banda que podia ter sido.
Estávamos no inicio da década de noventa e era um puto com 15 anos. Como milhares de miúdos, era devoto dos Dead Kennedys, Black Flag e Minor Threat, e tentava fugir para ver concertos dos X-Acto, Inkisição e, quando queria ser mais radical, Gangrena.
Nessa altura alguém terá gravado uma k7 com a colectânea Divergências.
“Ouve os Grito Final. Vais gostar.”dizia ele. Tinham um som menos agressivo e com uma base rítmica mais forte típico de algumas bandas que anos mais tarde vim a ouvir. Corri a cassete toda até ouvir o baixo inicial do Ser Soldado.
Peguei noutra cassete e gravei as músicas Ser Soldado/Bairro da Fome, juntamente com os X-Acto (Metes-me Nojo), Inkisição (Porcos Fascistas), Censurados (Animais), Peste & Sida (Veneno), Vomito (Sou Só Mais Um), entre outras que não recordo.
Foi a minha cassete de eleição durante os meses seguintes.
Banda sonora de viagens de comboio para Coimbra, Povoa de Varzim, Lisboa ou Porto. Musicas que se ouviam, e partilhavam, no walkman em tardes de Surf em Cortegaça.
Os Grito Final representavam aquilo que sentia na altura. Revolta. Alguma consciência social (fui educado pelo meu pai, não a força do chinelo, mas do José Mário Branco, Zeca Afonso, Sérgio Godinho, Adriano Correia de Oliveira, Fausto, entre outros). Respeito pelo meio ambiente, pelas minorias e pelos animais (cheguei a participar numa manifestação Anti - Touradas em Espinho).
Mas, acima de tudo, os Grito Final eram um pequeno tesouro que os meus amigos não conheciam.
Sei que era um sentimento egoísta mas, como qualquer fanático de uma banda, eles eram “meus”… Nessa altura era um puto formatado. Tudo o que não viesse com a sigla Punk, Anarquia, Caos ou Revolta, não gostava. Era um bocadinho limitado.
Depois de muitos meses decidi voltar à Divergências. Queria ver se existia mais alguma banda com o som parecido.
Tenho de fazer aqui uma pequena nota. A Divergências é o resultado da convergência de vontades de 14 bandas portuguesas, e alguns músicos individuais, que, como se de uma cooperativa se tratasse, criaram um duplo LP, em 1986, de forma a produzir e divulgar música sem restrições.
João Gobern, no extinto jornal “Sete”, reconhecia o disco, e as bandas que nele interviram, como uma ruptura contra o império radiofónico estabelecido, o “top-disco”, as linhas editoriais que esquecem a música portuguesa, referindo-se a mesma como “… um titulo e um exemplo dos novos caminhos da música portuguesa. Mas é também um ponto de partida para uma reflexão sobre o que é e para onde vai a música “de todos nós”…”. Quanto a mim, se não fossem os Grito Final não teria voltado à Divergências.
Não saberia o que era a Ama Romanta e talvez não tivesse chegado aos Pop dell Arte, Santa Maria Gasolina em Seu Ventre ou Mão Morta. Tal como uma qualquer abelhinha trabalhadora, comecei a investigar de onde vinha o som daquelas bandas.
Comecei a ouvir Pixies, Joy Division, Sonic Youth, Fall, Beastie Boys, entre muitos outros. Escavei mais fundo e descobri Neil Young.
Entendi o fenómeno Grunge e aprendi a respeitar e a gostar de música electrónica.
A minha mente estava receptiva a toda uma infinidade de realidades musicais diversas daquelas que estava habituado a ouvir.
Por isso é que os Grito Final foram importantes para mim. Fizeram parte do meu imaginário Punk mas foram a porta de entrada para todo um novo universo musical. Este é o primeiro de alguns artigos que gostaria de escrever sobre os Grito Final.
Tenho recolhido algum material e tentei entrar em contacto com os membros sobreviventes da banda de forma a poder fazer algo factualmente correcto.
Vamos esperar por novos capítulos.
Espero que tenham gostado.
Esta foi a pergunta que alguns amigos fizeram. Afinal, não são mais do que uma banda Punk dos anos oitenta que deixaram duas músicas gravadas na colectânea da Ama Romanta, Divergências, e um ensaio, sobre a forma de Demo tape, no distante ano de 1986.
Não pretendo fazer uma investigação profunda sobre o fenómeno Punk em Portugal, nem um laudo aos Grito Final como a banda que podia ter sido.
Estávamos no inicio da década de noventa e era um puto com 15 anos. Como milhares de miúdos, era devoto dos Dead Kennedys, Black Flag e Minor Threat, e tentava fugir para ver concertos dos X-Acto, Inkisição e, quando queria ser mais radical, Gangrena.
Nessa altura alguém terá gravado uma k7 com a colectânea Divergências.
“Ouve os Grito Final. Vais gostar.”dizia ele. Tinham um som menos agressivo e com uma base rítmica mais forte típico de algumas bandas que anos mais tarde vim a ouvir. Corri a cassete toda até ouvir o baixo inicial do Ser Soldado.
Peguei noutra cassete e gravei as músicas Ser Soldado/Bairro da Fome, juntamente com os X-Acto (Metes-me Nojo), Inkisição (Porcos Fascistas), Censurados (Animais), Peste & Sida (Veneno), Vomito (Sou Só Mais Um), entre outras que não recordo.
Foi a minha cassete de eleição durante os meses seguintes.
Banda sonora de viagens de comboio para Coimbra, Povoa de Varzim, Lisboa ou Porto. Musicas que se ouviam, e partilhavam, no walkman em tardes de Surf em Cortegaça.
Os Grito Final representavam aquilo que sentia na altura. Revolta. Alguma consciência social (fui educado pelo meu pai, não a força do chinelo, mas do José Mário Branco, Zeca Afonso, Sérgio Godinho, Adriano Correia de Oliveira, Fausto, entre outros). Respeito pelo meio ambiente, pelas minorias e pelos animais (cheguei a participar numa manifestação Anti - Touradas em Espinho).
Mas, acima de tudo, os Grito Final eram um pequeno tesouro que os meus amigos não conheciam.
Sei que era um sentimento egoísta mas, como qualquer fanático de uma banda, eles eram “meus”… Nessa altura era um puto formatado. Tudo o que não viesse com a sigla Punk, Anarquia, Caos ou Revolta, não gostava. Era um bocadinho limitado.
Depois de muitos meses decidi voltar à Divergências. Queria ver se existia mais alguma banda com o som parecido.
Tenho de fazer aqui uma pequena nota. A Divergências é o resultado da convergência de vontades de 14 bandas portuguesas, e alguns músicos individuais, que, como se de uma cooperativa se tratasse, criaram um duplo LP, em 1986, de forma a produzir e divulgar música sem restrições.
João Gobern, no extinto jornal “Sete”, reconhecia o disco, e as bandas que nele interviram, como uma ruptura contra o império radiofónico estabelecido, o “top-disco”, as linhas editoriais que esquecem a música portuguesa, referindo-se a mesma como “… um titulo e um exemplo dos novos caminhos da música portuguesa. Mas é também um ponto de partida para uma reflexão sobre o que é e para onde vai a música “de todos nós”…”. Quanto a mim, se não fossem os Grito Final não teria voltado à Divergências.
Não saberia o que era a Ama Romanta e talvez não tivesse chegado aos Pop dell Arte, Santa Maria Gasolina em Seu Ventre ou Mão Morta. Tal como uma qualquer abelhinha trabalhadora, comecei a investigar de onde vinha o som daquelas bandas.
Comecei a ouvir Pixies, Joy Division, Sonic Youth, Fall, Beastie Boys, entre muitos outros. Escavei mais fundo e descobri Neil Young.
Entendi o fenómeno Grunge e aprendi a respeitar e a gostar de música electrónica.
A minha mente estava receptiva a toda uma infinidade de realidades musicais diversas daquelas que estava habituado a ouvir.
Por isso é que os Grito Final foram importantes para mim. Fizeram parte do meu imaginário Punk mas foram a porta de entrada para todo um novo universo musical. Este é o primeiro de alguns artigos que gostaria de escrever sobre os Grito Final.
Tenho recolhido algum material e tentei entrar em contacto com os membros sobreviventes da banda de forma a poder fazer algo factualmente correcto.
Vamos esperar por novos capítulos.
Espero que tenham gostado.
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